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domingo, 3 de novembro de 2013

Arte Moderna e Contemporânea: apresentações e textos finais

Olá, criaturas!

Os textos finais não tem atividades, mas compõem o material principal para a preparação para as trimestrais, além das apresentações. Vale as dicas de sempre: Leiam os textos, vejam as apresentações e complementem suas anotações de aula.

TEXTOS

O link para o texto sobre as Vanguardas Européias do século XX é "2013_texto_ativ_hist_art_3EM_12.pdf".
O link para o texto sobre Academicismo Brasileiro e Arte Moderna Brasileira até a Geração de 30, é "2013_texto_ativ_hist_art_3EM_13.pdf".
O link para o texto sobre Arte Pós-Moderna ou Contemporânea é "2013_texto_ativ_hist_art_3EM_14.pdf".
O link para o texto sobre Arte Pós-moderna ou Contemporânea no Brasil é "2013_texto_ativ_hist_art_3EM_15.pdf".
Já o texto "2013_texto_ativ_hist_art_3EM_15a.pdf" é uma matéria do Guia Quatro Rodas, de 2007, sobre principais estilos arquitetônicos no Brasil. Esse não cai na nossa prova mas é material valioso pra complementar sua preparação para os vestibulares.

APRESENTAÇÕES

Baixem as apresentações exclusivas. Não se assuste com a quantidade, são breves anotações e muitas imagens para enriquecer seu repertório visual.
DICA DE ESTUDO: Comece a semana estudando os textos e revendo as anotações. Em seguida, veja umas três ou quatro apresentações por dia e feche a semana olhando o resumão, cujo link já foi fornecido na aula anterior, e relendo os textos.

Para ter acesso a este vasto e valioso material - muitas das imagens não foram vistas em sala - clique nos links abaixo:

Vanguardas Modernas:

Fauvismo e Expressionismo - "025_arte_mod_fauv_expr.ppt".
Art Déco, Abstracionismo e Neoprimitivismo- "026_arte_mod_deco_abst_neoprim.ppt".
Cubismo - "027_cubism.ppt".
Preciosismo, Futurismo e Vanguardas Russas - "028_arte_mod_prec_fut_vang_rus.ppt".
Dada e Surrealismo - "029_arte_mod_dada_surr.ppt".

Arte Brasileira:

Arte Moderna Brasileira - Acadeicismo, semana de 22 e a geração de 30 - "030_brasil_moderna.ppt".
Arte Contemporânea Brasileira - Abstracionismo, Concretismo, Pop, Neoconcretismo, Naif, caráter social e caráter coletivo - "031_brasil_contemp.ppt".

Arte Contemporânea:

Expressionismo Pós-guerra e Expressionismo Abstrato - "032_arte_contemp_01.ppt".
Contracultura e Pop Art - "033_arte_contemp_01.ppt".
Minimalismo e Body Art- "035_arte_contemp_01.ppt".
Arte Conceitual, Arte processo, Arte performática, Arte Ambiental, Land art, Interferência, Intervenções, Instalações, Inhotim, Hiperrealismo, Grafitti, Significado e Arquitetura - "036_arte_contemp_01.ppt".

Vou continuar postando resumos e vídeos durante a semana pra complementar os estudos, bem como pra disponibilizar os exemplos musicais usados em sala, mas concentre-se nos textos e apresentações conforme a dica acima.

Abraço, e bons estudos!

Fabio Vicente

domingo, 20 de outubro de 2013

O que é mais quente para os vestibulares/ENEM, na história da arte?

Olá, Criaturas!

O que é mais quente para os vestibulares/ENEM, na história da arte?
A pergunta das perguntas...

No que tange à história da arte, o campo é vasto e os examinadores gostam de trazer o inusitado... mas ainda assim algumas previsões podem ser feitas. Esteja preparado! Uma questão correta a mais faz toda a diferença!

Dica 1: Saiba identificar as diferenças de enfoque entre arte antiga, moderna e contemporânea. O significado da Arte como um todo, do objeto artístico, as obras, da cabeça do artista... Existem questões que pinçam obras ou objetos de épocas diferentes e que ora buscam pontos em comum, ora apontam para alguma diferença marcante. Se você adquiriu o hábito de ver as apresentações antes ou logo após às aulas, fique tranquilo com seu repertório visual.

Para ajudá-los, republico o link para o resumo das três grandes divisões temporais da História da arte, nosso primeiro texto desse ano: 2013_texto_ativ_01_hist_art_3EM.pdf

Para facilitar relembrar características gerais de movimentos artísticos, segue um resumão em slides da história da arte: historia_da_arte_resumo.ppt

E para aumentar seu repertório visual, segue uma apresentação com imagens mais frequentes em vestibulares: referencias_visuais.ppt

Dica 2: leia, nem que seja um Wiki (afinal,estamos estudando cada movimento e alguns artistas de forma mais detalhada ao longo do ano), sobre a vida e a obra de alguns artistas que são mais solicitados em questões. Os nomes abaixo já apareceram e os primeiros da lista, de forma mais frequente.
Dos estrangeiros: Picasso, Duschamp, Warhol, Van Gogh, Debret, Escher, Pintores Viajantes, Da Vinci 
Dos Brasileiros: Portinari, Nelson Leirner, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Anita Malfati, Tarsila, Volpi, Brecheret, Villa-Lobos, Cildo Meirelles, Almeida Júnior, Pedro Américo, Aleijadinho, Mestre Athaíde.

Dica 3: Nas nossas aulas percebemos o encadeamento do desenvolvimento artístico na história, mas existem movimentos-chave para a compreensão de uma determinada época. Sendo assim:
- Saiba a diferença entre clássico e não-clássico e saiba identificar as características gerais destas estéticas, desde o renascimento até o realismo.
- Questões que envolvem arquitetura normalmente fazem um contraponto entre o antigo (Egito, Grécia, Roma, Românico, Gótico) e o moderno em algum aspecto, seja geral, como a predominância horizontal ou vertical, a presença de cheios ou vãos, o formato predominante (retangular, curvo), as colunas, os arcos...
- Quando envolvem mobiliário ou vestuário, o contraponto sempre é entre a formalidade antiga e a praticidade moderna, sobretudo após a Bauhaus.
- Quer entender o modernismo? Entenda profundamente o Expressionismo, seja a arte figurativa ou a abstrata. O uso da cor emocional, a deformação e o exagero operando enfaticamente no significado, o abandono da cor real, das formas reais e da perspectiva como busca pela inovação e pela contestação do status vigente. A formação de grupos, a publicação de manifestos, a criação de mostras coletivas para abrir espaço contra a arte acadêmica que dominava os salões.
- Quer entender o modernismo brasileiro e a geração de 30? Faça correlações entre as vanguardas e o estilo de cada artista: o cubismo em Vicente do Rego e Tarsila, o expressionismo em Segal, Malfati, Di Cavalcanti e Portinari, o abstracionismo em Volpi...
- Quer entender a arte contemporânea? Faça correlações do objeto artístico apresentado com o momento histórico: pós guerra, A guerra Fria, o boom tecnológico, o consumismo, o individualismo, os movimentos de contestação (contracultura dos anos 60, o ativismo ecológico, o ativismo feminista, os movimentos negros, o ativismo gay), as releituras, a popularização da arte e a inclusão do público na concepção artística, fazendo parte do processo. Estude Surrealismo e Dadaismo. Estude Pop Art, estude o Concretismo e o Neo-Concretismo.
E sobretudo, perceba que a rotulagem e a separação em movimentos tornou-se obsoleta na pós-modernidade.

Em linhas gerais, é por aí.
Ainda essa semana envio os textos e apresentações finais sobre arte moderna e contemporânea.

Abraço!

Fabio Vicente

sábado, 14 de setembro de 2013

Aula #018: O Barroco e o Rococó Europeu e o Barroco Brasileiro

Olá, criaturas!

Baixem as apresentações exclusivas sobre o barroco europeu e brasileiro, clicando em "023_arte_barroca.ppt" e "024_arte_barroca_brasileira.ppt".

O link para o texto com atividades é "texto_ativ_11_hist_art_3EM.pdf".

Os resumos abaixo foram pinçados do site História da Arte e são um guia pra organizar suas anotações.

BARROCO

A arte barroca originou-se na Itália (séc. XVII) mas não tardou a irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis. As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão ou entre a arte e a ciência, que os artistas renascentistas procuram realizar de forma muito consciente; na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista. É uma época de conflitos espirituais e religiosos. O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria. 

Suas características gerais são:

• emocional sobre o racional; seu propósito é impressionar os sentidos do observador, baseando-se no princípio segundo o qual a fé deveria ser atingida através dos sentidos e da emoção e não apenas pelo raciocínio. 
• busca de efeitos decorativos e visuais, através de curvas, contracurvas, colunas retorcidas; 
• entrelaçamento entre a arquitetura e escultura; 
• violentos contrastes de luz e sombra; 
• pintura com efeitos ilusionistas, dando-nos às vezes a impressão de ver o céu, tal a aparência de profundidade conseguida. 

PINTURA

Características da pintura barroca: 

• Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso, monumental, retorcido, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte renascentista. 
• Acentuado contraste de claro-escuro (expressão dos sentimentos) - era um recurso que visava a intensificar a sensação de profundidade. 
• Realista, abrangendo todas as camadas sociais.
• Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática. 

Dentre os pintores barrocos italianos: 

Caravaggio
- o que melhor caracteriza a sua pintura é o modo revolucionário como ele usa a luz. Ela não aparece como reflexo da luz solar, mas é criada intencionalmente pelo artista, para dirigir a atenção do observador. 
Obra destacada: Vocação de São Mateus. 

Andrea Pozzo
- realizou grandes composições de perspectiva nas pinturas dos tetos das igrejas barrocas, causando a ilusão de que as paredes e colunas da igreja continuam no teto, e de que este se abre para o céu, de onde santos e anjos convidam os Inícions para a santidade. 
Obra destacada: A Glória de Santo Inácio. 

A Itália foi o centro irradiador do estilo barroco. Dentre os pintores mais representativos, de outros países da Europa, temos: 

Velázquez
- além de retratar as pessoas da corte espanhola do século XVII procurou registrar em seus quadros também os tipos populares do seu país, documentando o dia-a-dia do povo espanhol num dado momento da história. 
Obra destacada: O Conde Duque de Olivares. 

Rubens
(espanhol) - além de um colorista vibrante, se notabilizou por criar cenas que sugerem, a partir das linhas contorcidas dos corpos e das pregas das roupas, um intenso movimento. Em seus quadros, é geralmente, no vestuário que se localizam as cores quentes - o vermelho, o verde e o amarelo - que contrabalançam a luminosidade da pele clara das figuras humanas. 
Obra destacada: O Jardim do Amor. 

Rembrandt
(holandês) - o que dirige nossa atenção nos quadros deste pintor não é propriamente o contraste entre luz e sombra, mas a gradação da claridade, os meios-tons, as penumbras que envolvem áreas de luminosidade mais intensa. 
Obra destacada: Aula de Anatomia. 

ESCULTURA

Suas características são: o predomío das linhas curvas, dos drapeados das vestes e do uso do dourado; e os gestos e os rostos das personagens revelam emoções violentas e atingem uma dramaticidade desconhecida no Renascimento. 

Bernini
- arquiteto, urbanista, decorador e escultor, algumas de suas obras serviram de elementos decorativos das igrejas, como, por exemplo, o baldaquino e a cadeira de São Pedro, ambos na Basílica de São Pedro, no Vaticano. 
Obra destacada: A Praça de São Pedro, Vaticano e o Êxtase de Santa Teresa. 

Para seu conhecimento
Barroco: termo de origem espanhola ‘Barrueco’, aplicado para designar pérolas de forma irregular.

ROCOCÓ

Rococó é o estilo artístico que surgiu na França como desdobramento do barroco, mais leve e intimista que aquele e usado inicialmente em decoração de interiores. Desenvolveu-se na Europa do século XVIII, e da arquitetura disseminou-se para todas as artes. Vigoroso até o advento da reação neoclássica, por volta de 1770, difundiu-se principalmente na parte católica da Alemanha, na Prússia e em Portugal. 
Os temas utilizados eram cenas eróticas ou galantes da vida cortesã (as fêtes galantes) e da mitologia, pastorais, alusões ao teatro italiano da época, motivos religiosos e farta estilização naturalista do mundo vegetal em ornatos e molduras. 
O termo deriva do francês rocaille, que significa "embrechado", técnica de incrustação de conchas e fragmentos de vidro utilizadas originariamente na decoração de grutas artificiais. 
Na França, o rococó é também chamado estilo Luís XV e Luís XVI. 

Características gerais: 

• Uso abundante de formas curvas e pela profusão de elementos decorativos, tais como conchas, laços e flores.
• Possui leveza, caráter intimista, elegância, alegria, bizarro, frivolidade e exuberante.

ARQUITETURA

Durante o Iluminismo, entre 1700 e 1780, o rococó foi a principal corrente da arte e da arquitetura pós-barroca. Nos primeiros anos do século XVIII, o centro artístico da Europa transferiu-se de Roma para Paris. Surgido na França com a obra do decorador Pierre Lepautre, o rococó era a princípio apenas um novo estilo decorativo. 

Principais características: 

• Cores vivas foram substituídas por tons pastéis, a luz difusa inundou os interiores por meio de numerosas janelas e o relevo abrupto das superfícies deu lugar a texturas suaves.
• A estrutura das construções ganhou leveza e o espaço interno foi unificado, com maior graça e intimidade.

Principal Artista: 

Johann Michael Fischer,
(1692-1766), responsável pela abadia beneditina de Ottobeuren, marco do rococó bávaro. Grande mestre do estilo rococó, responsável por vários edifícios na Baviera. Restaurou dezenas de igrejas, mosteiros e palácios. 

ESCULTURA

Na escultura e na pintura da Europa oriental e central, ao contrário do que ocorreu na arquitetura, não é possível traçar uma clara linha divisória entre o barroco e o rococó, quer cronológica, quer estilisticamente. 
Mais do que nas peças esculpidas, é em sua disposição dentro da arquitetura que se manifesta o espírito rococó. Os grandes grupos coordenados dão lugar a figuras isoladas, cada uma com existência própria e individual, que dessa maneira contribuem para o equilíbrio geral da decoração interior das igrejas. 

Principais Artistas: 

Johann Michael Feichtmayr,
(1709-1772), escultor alemão, membro de um grupo de famílias de mestres da moldagem no estuque, distinguiu-se pela criação de santos e anjos de grande tamanho, obras-primas dos interiores rococós. 

Ignaz Günther,
(1725-1775), escultor alemão, um dos maiores representantes do estilo rococó na Alemanha. Suas esculturas eram em geral feitas em madeira e a seguir policromadas. "Anunciação", "Anjo da guarda", "Pietà". 

PINTURA

Durante muito tempo, o rococó francês ficou restrito às artes decorativas e teve pequeno impacto na escultura e pintura francesas. No final do reinado de Luís XIV, em que se afirmou o predomínio político e cultural da França sobre o resto da Europa, apareceram as primeiras pinturas rococós sob influência da técnica de Rubens. 

Principais Artistas: 

Antoine Watteau,
(1684-1721), as figuras e cenas de Watteau se converteram em modelos de um estilo bastante copiado, que durante muito tempo obscureceu a verdadeira contribuição do artista para a pintura do século XIX. 

François Boucher,
(1703-1770), as expressões ingênuas e maliciosas de suas numerosas figuras de deusas e ninfas em trajes sugestivos e atitudes graciosas e sensuais não evocavam a solenidade clássica, mas a alegre descontração do estilo rococó. Além dos quadros de caráter mitológico, pintou, sempre com grande perfeição no desenho, alguns retratos, paisagens ("O casario de Issei") e cenas de interior ("O pintor em seu estúdio"). 

Jean-Honoré Fragonard,
(1732-1806), desenhista e retratista de talento, Fragonard destacou-se principalmente como pintor do amor e da natureza, de cenas galantes em paisagens idílicas. Foi um dos últimos expoentes do período rococó, caracterizado por uma arte alegre e sensual, e um dos mais antigos precursores do impressionismo.

BARROCO (BRASIL)

O estilo barroco desenvolveu-se plenamente no Brasil durante o século XVIII, perdurando ainda no início do século XIX. O barroco brasileiro é claramente associado à religião católica. Duas linhas diferentes caracterizam o estilo barroco brasileiro. Nas regiões enriquecidas pelo comércio de açúcar e pela mineração, encontramos igrejas com trabalhos em relevos feitos em madeira - as talhas - recobertas por finas camadas de ouro, com janelas, cornijas e portas decoradas com detalhados trabalhos de escultura. Já nas regiões onde não existia nem açúcar nem ouro, as igrejas apresentam talhas modestas e os trabalhos foram realizados por artistas menos experientes e famosos do que os que viviam nas regiões mais ricas. 
O ponto culminante da integração entre arquitetura, escultura, talha e pintura aparece em Minas Gerais, sem dúvida a partir dos trabalhos de: 

Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho
- seu projeto para a igreja de São Francisco, em Ouro Preto, por exemplo, bem como a sua realização, expressam uma obra de arte plena e perfeita. Desde a portada, com um belíssimo trabalho de medalhões, anjos e fitas esculpidos em pedra-sabão, o visitante já tem certeza de que está diante de um artista completo. Além de extraordinário arquiteto e decorador de igrejas foi também incomparável escultor. O Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, é constituído por uma igreja em cujo adro estão as esculturas em pedra-sabão de doze profetas, cada um desses personagens numa posição diferente e executa gestos que se coordenam. Com isso, ele conseguiu um resultado muito interessante, pois torna muito forte para o observador a sugestão de que as figuras de pedra estão se movimentando. 

Características da escultura de Aleijadinho: 

• Olhos espaçados 
• Nariz reto e alongado
• Lábios entreabertos 
• Queixo pontiagudo 
• Pescoço alongado em forma de V

Manuel da Costa Ataíde
- suas pinturas em tetos das igrejas seguiam as características do estilo barroco, e aliavam-se perfeitamente às esculturas e arquitetura de Aleijadinho. Obra Destacada: Pintura do Teto da Igreja de São Francisco de Assis. 

Para seu conhecimento:

O Mestre Ataíde pintou várias igrejas de Minas Gerais com um estilo próprio e bem brasileiro. Usava cores vivas e alegres e gostava muito do azul. Ataíde utilizava tanto a tinta a óleo (que era importada da Europa) como a têmpera. Os pintores da época nem sempre podiam importar suas tintas. Faziam então suas próprias cores com pigmentos e solventes naturais aqui da terra. Entre outros, usavam terra queimada, leite e óleo de baleia, clara de ovo, além de extratos de plantas e flores. E é claro criavam suas próprias receitas que eram mantidas em segredo. Talvez por isso é que se diz que não existe, no mundo inteiro, um colorido como o das cidades mineiras da época do barroco.

MARTINS, Simone R.; IMBROISI, Margaret H. Renascimento. Disponível em: http://www.historiadaarte.com.br/linhadotempo.html, s.d. Acesso em 02 setembro 2013.

Seguem vídeos sobre o tema. Pincei um video do Professor Fúlvio Pacheco que vocês já conhecem de postagens anteriores, outro sobre Música Barroca, com os maiores compositores do período. A autoria desse segundo não consegui localizar. Também incluí duas composições de Bach, a "Ária da quarta corda",  - com interpretação da violinista Sarah Chang - e "Jesus Alegria dos Homens" - na interpretação do grupo coral Celtic Woman - e "As quatro estações", de Vivaldi

Barroco - Profº Fulvio Pacheco


Música Barroca


J.S. Bach Ária na 4ª Corda - Sarah Chang


Jesus, alegria dos homens - Celtic Woman


Vivaldi - As Quatro Estações


Sobre o vídeo acima:

Le quattro stagioni, conhecidos em português como As Quatro Estações, são quatro concertos para violino e orquestra do compositor italiano Antonio Vivaldi, compostos em 1723 e parte de uma série de doze publicados em Amsterdã em 1725, intitulada Il cimento dell'armonia e dell'inventione. Ao contrário da maioria dos concertos de Vivaldi, estes quatro têm um programa claro: vinham acompanhados por um soneto ilustrativo impresso na parte do primeiro violino, cada um sobre o tema da respectiva estação. Não se sabe a origem ou autoria desses poemas, mas especula-se que o próprio Vivaldi os tenha escrito.
As Quatro Estações é a obra mais conhecida do compositor, e está entre as peças mais populares da música barroca.

Orquestra Filarmônica de Viena
Maestro: Herbert von Karajan
Violinista: Anne-Sophie Mutter

Abraço!

Fabio Vicente

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Aula #017: Arte Renascentista

Olá, criaturas!

Baixem uma apresentação exclusiva sobre o renascimento, clicando em "022_arte_renascentista.ppt".

O link para o texto com atividades é "texto_ativ_10_hist_art_3EM.pdf".

O resumo abaixo foi pinçado do site História da Arte e é um guia pra organizar suas anotações.

RENASCIMENTO

O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica. O ideal do humanismo foi sem duvida o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento. Trata-se de uma volta deliberada, que propunha a ressurreição consciente (o re-nascimento) do passado, considerado agora como fonte de inspiração e modelo de civilização. Num sentido amplo, esse ideal pode ser entendido como a valorização do Iníciom (Humanismo) e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média. 

Características gerais: 

• Racionalidade 
• Dignidade do Ser Humano 
• Rigor Científico 
• Ideal Humanista 
• Reutilização das artes greco-romana 

ARQUITETURA

Na arquitetura renascentista, a ocupação do espaço pelo edifício baseia-se em relações matemáticas estabelecidas de tal forma que o observador possa compreender a lei que o organiza, de qualquer ponto em que se coloque. 
“Já não é o edifício que possui o Iníciom, mas este que, aprendendo a lei simples do espaço, possui o segredo do edifício” (Bruno Zevi, Saber Ver a Arquitetura) 

Principais características:

• Ordens Arquitetônicas 
• Arcos de Volta-Perfeita 
• Simplicidade na construção 
• A escultura e a pintura se desprendem da arquitetura e passam a ser autônomas 
• Construções; palácios, igrejas, vilas (casa de descanso fora da cidade), fortalezas (funções militares) 

O principal arquiteto renascentista: 

Brunelleschi
- é um exemplo de artista completo renascentista, pois foi pintor, escultor e arquiteto. Além de dominar conhecimentos de Matemática, Geometria e de ser grande conhecedor da poesia de Dante. Foi como construtor, porém, que realizou seus mais importantes trabalhos, entre eles a cúpula da catedral de Florença e a Capela Pazzi. 

PINTURA

Principais características: 

• Perspectiva: arte de figura, no desenho ou pintura, as diversas distâncias e proporções que têm entre si os objetos vistos à distância, segundo os princípios da matemática e da geometria. 
• Uso do claro-escuro: pintar algumas áreas iluminadas e outras na sombra, esse jogo de contrastes reforça a sugestão de volume dos corpos. 
• Realismo: o artistas do Renascimento não vê mais o Iníciom como simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a expressão mais grandiosa do próprio Deus. E o mundo é pensado como uma realidade a ser compreendida cientificamente, e não apenas admirada. 
• Inicia-se o uso da tela e da tinta à óleo. 
• Tanto a pintura como a escultura que antes apareciam quase que exclusivamente como detalhes de obras arquitetônicas, tornam-se manifestações independentes. 
• Surgimento de artistas com um estilo pessoal, diferente dos demais, já que o período é marcado pelo ideal de liberdade e, conseqüentemente, pelo individualismo. 

Os principais pintores foram: 

Botticelli
- os temas de seus quadros foram escolhidos segundo a possibilidade que lhe proporcionavam de expressar seu ideal de beleza. Para ele, a beleza estava associada ao ideal cristão. Por isso, as figuras humanas de seus quadros são belas porque manifestam a graça divina, e, ao mesmo tempo, melancólicas porque supõem que perderam esse dom de Deus. Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus. 

Leonardo da Vinci
- ele dominou com sabedoria um jogo expressivo de luz e sombra, gerador de uma atmosfera que parte da realidade mas estimula a imaginação do observador. Foi possuidor de um espírito versátil que o tornou capaz de pesquisar e realizar trabalhos em diversos campos do conhecimento humano. Obras destacadas: A Virgem dos Rochedos e Monalisa. 

Michelângelo
- entre 1508 e 1512 trabalhou na pintura do teto da Capela Sistina, no Vaticano. Para essa capela, concebeu e realizou grande número de cenas do Antigo Testamento. Dentre tantas que expressam a genialidade do artista, uma particularmente representativa é a criação do Iníciom. Obras destacadas: Teto da Capela Sistina e a Sagrada Família 

Rafael
- suas obras comunicam ao observador um sentimento de ordem e segurança, pois os elementos que compõem seus quadros são dispostos em espaços amplo, claros e de acordo com uma simetria equilibrada. Foi considerado grande pintor de “Madonas”. Obras destacadas: A Escola de Atenas e Madona da Manhã. 

ESCULTURA

Em meados do século XV, com a volta dos papas de Avinhão para Roma, esta adquire o seu prestígio. Protetores das artes, os papas deixam o palácio de Latrão e passam a residir no Vaticano. Ali, grandes escultores se revelam, o maior dos quais é Michelângelo, que domina toda a escultura italiana do século XVI. Algumas obras: Moisés, Davi (4,10m) e Pietá. Outro grande escultor desse período foi Andrea del Verrochio. Trabalhou em ourivesaria e esse fato acabou influenciando sua escultura. Obra destacada: Davi (1,26m) em bronze. 

Principais Características: 

• Buscavam representar o Iníciom tal como ele é na realidade 
• Proporção da figura mantendo a sua relação com a realidade 
• Profundidade e perspectiva 
• Estudo do corpo e do caráter humano

O Renascimento Italiano se espalha pela Europa, trazendo novos artistas que nacionalizaram as idéias italianas. São eles: 
• Dürer | • Hans Holbein | • Bosch | • Bruegel 

Para seu conhecimento
- A Capela Sistina foi construída por ordem de Sisto IV (retangular 40 x 13 x 20 altura). E é na própria Capela que se faz o Conclave: reunião com os cardeais após a morte do Papa para proceder a eleição do próximo. Lareira que produz fumaça negra - que o Papa ainda não foi escolhido; fumaça branca - que o Papa acaba de ser escolhido, avisa o povo na Praça de São Pedro, no Vaticano 

- Michelângelo dominou a escultura e o desenho do corpo humano maravilhosamente bem, pois tendo dissecado cadáveres por muito tempo, assim como Leonardo da Vinci, sabia exatamente a posição de cada músculo, cada tendão, cada veia. 

- Além de pintor, Leonardo da Vinci, foi grande inventor. Dentre as suas invenções estão: “Parafuso Aéreo”, primitiva versão do helicóptero, a ponte elevadiça, o escafandro, um modelo de asa-delta, etc. 

- Quando deparamos com o quadro da famosa MONALISA não conseguimos desgrudar os olhos do seu olhar, parece que ele nos persegue. Por que acontece isso? Será que seus olhos podem se mexer? Este quadro foi pintado, pelo famoso artista e inventor italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) e qual será o truque que ele usou para dar esse efeito? Quando se pinta uma pessoa olhando para a frente (olhando diretamente para o espectador) tem-se a impressão que o personagem do quadro fixa seu olhar em todos. Isso acontece porque os quadros são lisos. Se olharmos para a Monalisa de um ou de outro lado estaremos vendo-a sempre com os olhos e a ponta do nariz para a frente e não poderemos ver o lado do seu rosto. Aí está o truque em qualquer ângulo que se olhe a Monalisa a veremos sempre de frente.

MARTINS, Simone R.; IMBROISI, Margaret H. Renascimento. Disponível em: http://www.historiadaarte.com.br/linhadotempo.html, s.d. Acesso em 02 setembro 2013.

Seguem vídeos sobre o tema. Pincei um video do Professor Fúlvio Pacheco que vocês já conhecem de postagens anteriores, outro sobre Música Renascentista, , produzido pelos alunos do IFES-Guarapari e mais um com a obra do compositor Giovanni Pierluigi da Palestrina - First Book of Madrigals, executada por Concerto Italiano & Rinaldo Alessandrini.

Arte Renascentista


Música Renascentista


Giovanni Pierluigi da Palestrina - First Book of Madrigals


Abraço!

Fabio Vicente

Aula #016: Arte Flamenga

Criaturas, complementem suas anotações de classe com os tópicos a seguir.

- Período: Século XV a XVII;
- Em Flandres, hoje norte da Bélgica, Holanda;
- Pintores assinavam seus quadros;
- Pintores eram financiados por mecenas ou organizavam-se em guildas.
- "Obsessão" com os detalhes;
- Começam a usar a tinta óleo;
- Pinturas em murais e madeira;
- Tema religioso mas com proximidade de pessoas comuns;
- Pintores famosos: Jan Van Eyke, Bosch e Brueghel.
- Jan Van Eyke: O mais celebre dos primórdios flamengos. Naturalidade, cores vivas, perspectiva, criou a tinta a óleo de secagem rápida, usava muito a profundidade, e muita sombra.
- Bosch: Cenas de pecado e tentação, figuras simbólicas complexas, caricaturas, obras obscuras, fantasmagóricas, de ar pessimista, com poucas cores.

Baixem uma apresentação exclusiva sobre arte flamenga, clicando em "021_arte_flamenga.ppt".

Vejam um slideshow em video para conhecer outros autores do período, retirado do canal de Andréa Teixeira, no Youtube.


Abraço!

Fabio Vicente

terça-feira, 30 de julho de 2013

Aula #015d: Idade Média - Arte Gótica.

Baixe uma apresentação exclusiva sobre o tema, clicando em "020_arte_gotica.ppt".
O link para o texto com atividades ainda é o mesmo: "2013_texto_ativ_09_hist_art_3EM.pdf".

O resumo, conforme anunciei na última postagem, foi pinçado do site Infoescola e do blog  Essas e Outras, e é um guia pra organizar suas anotações.

Arte Gótica

A Arte Gótica se desenvolveu na Europa entre os séculos XII e XV e foi uma das mais importantes da Idade Média, junto com a Arte Românica. Ela teve grande influencia do forte Teocentrismo medieval ao mesmo tempo que presenciou grandes mudanças que aconteceram na época.

Logo no início desse período o homem via Deus como centro do universo e praticamente toda a produção artística era religiosa. A arquitetura, pintura e as esculturas representavam cenas bíblicas, anjos e santos.

Com as mudanças que ocorreram no período, o crescimento do comércio, o êxodo rural e a valorização da burguesia e a mudança na mentalidade popular, o reflexo foi sentido na produção artística. A arquitetura passou a valorizar a verticalidade e o uso de arcos e orgivas.

As igrejas passaram a ser mais altas, com longas torres e vitrais  coloridos. O uso de pilares e fachadas com três portais também inovaram a arquitetura. O uso de uma rosácea sobre o portal central se tornou o verdadeiro símbolo da Arte Gótica.

Dentro das igrejas ainda existiam esculturas e afrescos que buscavam representar a figura humana com maior realismo possível. Por isso eram feitos muitos painéis e os manuscritos tinha detalhes de iluminuras, outro símbolo do período. Dois grandes pintores góticos foram Giotto e Jan Va Eyck.

Com as grandes transformações ideológicas, sociais e literárias a arte também se alterou. A visão do homem em relação a sua posição no universo e o surgimento do sentimento individualista que caracterizou o Renascimento  podem ser observados nas pinturas do fim do período artístico gótico.

Arte Gótica - Por Fernando Rebouças

A arte gótica é considerada o último estilo de arte medieval e o ponto de transição entre as restrições da arte medieval anterior a sua fase e a arte do Renascimento que estava por vir, e que traria a liberdade.
Na expressão da arte gótica  em sua época, Deus não estaria mais isolado e imune do mundo, haveria a concepção de que toda a realidade tem ligação com a existência de Deus. O grande monumento da arte gótica é a Catedral, edificações monumentais construídas no centro das cidades, em formato vertical no sentido de querer alcançar os céus.

Dentro das Catedrais foram construídos os vitrais, que transformavam a luz exterior em iluminação interna ambientalizada para a fé. A arte gótica é marcada pela sua leveza e verticalidade, fatores que influenciarão na liberdade artística que se expandirá na arte Renascentista.

Vale lembrar que o conceito de belo no Renascimento  assume um caráter lógico, ou seja, uma obra para ser bela necessita de ser assimétrica, proporcional entre os seus detalhes sob o ponto de vista matemático, tudo na qualidade artística é racional. No renascimento há o surgimento do conceito de gênio, e a arte passa a ser objeto de publicidade por parte do poder, principalmente pelo religioso, o que aumentou a procura por grandes artistas como Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Rafael.

Segue vídeo sobre o tema, pinçado do canal da Professora Eliane Gomes que vocês já conhecem de postagens anteriores.


Abraço!

Fabio Vicente

Aula #015c: Idade Média - Arte Românica.

Baixe uma apresentação exclusiva sobre o tema, clicando em "019_arte_romanica.ppt".
O link para o texto com atividades ainda é o mesmo: "2013_texto_ativ_09_hist_art_3EM.pdf".

O resumo, conforme anunciei anteriormente, foi pinçado do site Infoescola e do blog  Essas e Outras, e é um guia pra organizar suas anotações.

Arte Românica Por Fernando Rebouças

No império romano havia a Roma Oriental (Constantinopla) e a Roma Ocidental. Na região Oriental, a arte bizantina era cercada por um povo que defendia a iconoclastia, ou seja, a repulsa de manifestar a fé através de esculturas; os templos eram pobres por fora, mas ricos por dentro, pois assim simbolizava como deveria ser o ser humano.
Na região Ocidental desenvolvia-se a arte românica, sem ligação com a romana, a arte românica ou normanda era antigreco-romana. A arte românica não era iconoclasta, pois utilizava a esculura religiosa como forma de catequizar os fiéis analfabetos, uma arte didática. A arte românica sucede a arte “paleocristã”, sofreu influência artística de povos bárbaros como os normandos, vikings e visigodos.

Na composição de esculturas, o expressionismo greco-romano é substituído pelo objetivo informativo; os temas da arte românica foram : o cristianismo, a espiritualidade, o conflito do bem e o mal, e a salvação eterna através da igreja. Nesta fase as igrejas eram isoladas e auto-suficientes, numa condição de “Igreja independente do mundo real”.

As construções das igrejas românicas eram feitas em complexos rígidos, pesados e simétricos, predispostos como fortalezas. A entrada das igrejas eram escuras para simbolizar a treva do mundo, e iluminadas no altar para expressar que a luz e a salvação estava em Deus.

Segue vídeo sobre o tema, produzido pelos alunos da escola Guignard da UEMG, do curso de artes plásticas.

Parte1


Parte 2


Abraço!

Fabio Vicente

Aula #015b: Idade Média - Arte Bizantina.

Baixe uma apresentação exclusiva sobre o tema, clicando em "018_arte_bizantina.ppt".
O link para o texto com atividades ainda é o mesmo: "2013_texto_ativ_09_hist_art_3EM.pdf".

O resumo, conforme anunciei na última postagem, foi pinçado do site Infoescola e do blog  Essas e Outras, e é um guia pra organizar suas anotações.

Arte Bizantina - Essas e Outras

A arte bizantina se refere às manifestações artísticas (pintura, arquitetura, mosaico e escultura) próprias do Império Bizantino (entre os séculos V e XV). A cidade de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, foi o mais importante centro artístico deste período. 

Principais características da arte bizantina:

- Recebeu influências da cultura greco-romana e oriental (principalmente da Síria e Ásia Menor), realizando uma mistura destes diferentes aspectos culturais;
- Estilo artístico teve presença marcante do uso de cores;
- Presença marcante de temas religiosos (forte influência do cristianismo).

Pintura bizantina

Destaque para os afrescos (pinturas feitas em paredes, principalmente de igrejas), miniaturas (para ilustrar livros) e ícones (pinturas em painéis). O tema religioso predominou, principalmente a pintura de imagens de Cristo e da Virgem Maria.

Arquitetura

Na arquitetura podemos destacar a construção de grandes e imponentes igrejas, cuja característica principal era a presença de cúpulas sustentadas por colunas. As decorações e pinturas religiosas, no interior das igrejas, eram muito utilizadas. O principal exemplo deste tipo de arquitetura é a Basílica de Santa Sofia (localizada na atual Istambul).

Escultura

A escultura bizantina caracteriza pela influência oriental, sendo uma referência da degeneração do Império Romano do Ocidente. Podemos citar como características principais: uniformidade, rigidez, falta de naturalidade e presença de linhas geométricas e folhagens estilizadas. 

Mosaicos

Foi um tipo de arte muito difundido no Império Bizantino, principalmente na Era de Ouro, época de reinado do imperador Justiniano (526 a 565). As imagens em mosaico eram formadas pelos artistas a partir de pequenos e coloridos pedaços de pedra colados em parede. Imagens religiosas e do imperador foram os temas principais.

Arte Bizantina - Por Ana Lucia Santana

O Imperador Romano Constantino  concedeu aos cristãos, em 313 d.C., a liberdade de culto e sua proteção oficial. Mas sua maior preocupação, neste período, era o enfraquecimento do império romano, com a iminente invasão dos bárbaros. Para tentar solucionar este problema, ele deslocou o centro de decisões do governo para a antiga colônia grega, Bizâncio, batizando-a com seu nome – Constantinopla. Assim, a partir de 395 d.C., o Império foi dividido em dois – o do Ocidente, englobando a Itália, a Gália, a Espanha, a África do Norte, no qual o latim era a língua oficial, e o do Oriente, abrangendo o Egito, a Palestina, a Ásia Menor, a Grécia e a Macedônia, região em que se falava o grego. Nos dois impérios, a partir de 380 d.C., o Cristianismo tornou-se religião de Estado.
Foi justamente no Império do Oriente que nasceu a arte bizantina, eminentemente cristã. Por sua localização geográfica, ela foi influenciada por Roma, Grécia e pelo Oriente, principalmente pelos persas. Essa mescla de formas gerou um estilo novo, rico e colorido. Sempre vinculada ao Cristianismo, ela privilegiou o espiritual em detrimento do material, destacou o conteúdo, não a forma, e enveredou por um caminho místico. O mosaico é sua expressão mais conhecida, mas sua função principal não era a decorativa, e sim a educativa, pois ele visava orientar os cristãos através da reprodução de cenas da vida de Cristo e também dos imperadores, aos quais se atribuíam poderes divinos, pois o regime político vigente era a teocracia.

As imagens dos imperadores estavam sempre presentes nos mosaicos, especialmente junto à Virgem Maria e a Jesus. Para criar uma aura de grandiosidade espiritual, as pessoas eram representadas frontalmente e na vertical nos mosaicos e afrescos. O dourado era a cor dominante, por simbolizar o ouro. A arquitetura também foi um estilo artístico dominante nessa época, principalmente a das igrejas, que eram geralmente construídas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada, continham grandes cúpulas, eram vastas e ricamente decoradas. O exemplo mais conhecido deste estilo é a Igreja de Santa Sofia, localizada em Istambul, obra dos arquitetos Antêmio de Tralles e Isidoro de Mileto.

A história deste estilo artístico pode ser dividida em cinco períodos:

Período Constantiniano – Momento inicial, do qual restam apenas obras arquitetônicas, pois da pintura, da escultura e dos mosaicos desta época pouco se encontra hoje.
Período Justiniano – Caracterizado por uma decoração naturalista, com enfeites cada vez mais elaborados. Esta mesma tendência apresenta-se também nos tecidos de seda, inspirados na arte persa. Esta é a primeira idade de ouro deste estilo artístico.
Período Macedoniano – Depois de uma era iconoclasta, durante a qual as raras esculturas produzidas foram destruídas pelos imperadores que sucederam Justiniano, por evocarem idolatrias pagãs, a arte bizantina vive seu segundo momento áureo. Ela atinge seu apogeu durante o reinado de Constantino VII (945-959). Há uma hierarquização na decoração das igrejas – a parte mais elevada para representar Cristo, a Virgem e os santos; a intermediária com cenas da vida de Jesus e a inferior para a expressão de patriarcas, apóstolos, mártires e profetas. Destaca-se, dessa época, a escultura em marfim.
Período Comneniano – Esta arte mais espiritual será a fonte de inspiração do estilo bizantino dos Bálcãs e da Rússia, com destaque para os ícones e a pintura mural.
Período Paleologuiano – Predomínio da pintura mural sobre o mosaico, por ser uma técnica de baixo custo. Surge a Escola de Constantinopla, que produz obras mais vivas e autênticas.
Estilo ítalo-bizantino – Os bizantinos ocuparam partes da Itália entre os séculos VI e XI, dando origem a esta arte, que se desenvolveu principalmente em Veneza, Siena, Pisa, Roma e na Itália Meridional. Pintores como Duccio e Giotto lançaram as bases da pintura italiana valendo-se dos ícones.
A arte bizantina sobreviveu até a queda de Constantinopla, em 1453, invadida pelos otomanos. Neste momento, ela iniciava uma terceira fase de ouro, mas pode-se afirmar que suas influências estenderam-se além deste marco histórico, pois na segunda metade do século XV e durante parte do século XVI esta arte ainda prosperava nas regiões em que dominava a ortodoxia grega.

Segue vídeo da Professora Eliane Gomes que vocês já conhecem de postagens anteriores. O vídeo antecipa um pouco da arte gótica, que é tema de uma das próximas postagens, mas inicia falando sobre arte bizantina.


Abraço!

Fabio Vicente

Aula #015a: Idade Média - Arte Paleocristã.

Baixe uma apresentação exclusiva sobre o tema, clicando em "017_arte_paleocrista.ppt".
O link para o texto com atividades ainda é o mesmo: "2013_texto_ativ_09_hist_art_3EM.pdf".

O resumo, conforme anunciei na última postagem, foi pinçado do site Infoescola e é um guia pra organizar suas anotações.

Arte Cristã Primitiva - por Por Fernando Rebouças

Quando os ensinamentos cristãos eram perseguidos pelo poder romano, em virtude de pregar crenças contrárias ao pensamento religioso defendido por Roma, os cristãos sofriam mortes violentas em público.
Os cristãos, após a morte, eram enterrados em catacumbas, túmulos subterrâneos que recebiam cânticos, confissões e pinturas de imagem. Os cantos eram conhecidos como “salmodia” e eram incentivados por São Pedro, nos primeiros anos da Era Cristã, hoje pesquisada como música cristã referida na época como “cantus planus”.

Nas pinturas predominava o crucifixo, a âncora e o peixe. O crucifixo representava o sacrifício de Jesus Cristo; a âncora, a salvação; e o peixe, o alimento e as iniciais, em grego, do nome Jesus Cristo .

As catacumbas também, com o passara do tempo, a receber cenas bíblicas mais complexas. As pinturas e os cantos eram realizados por artistas anônimos que acreditam em suas crenças de forma simples e inicialmente sem estilos trabalhado.

A partir dos anos 300 d.C, com o reconhecimento do cristianismo  como religião pelo Estado romano, desencadeou-se uma proliferação de igrejas cristãs e consequente espaço para a expansão da arte cristã.
As primeiras igrejas cristãs receberam influências das construções romanas, tanto que o termo “basílica” até hoje usado para definir determinadas igrejas, era usado para referir prédios da administração romana.

As primeiras basílicas eram apresentavam elevado teto em três abóbodas ogivais. Ainda havia pinturas que narravam as passagens bíblicas. No início havia uma mistura de referências visuais entre as identidades cristãs e pagãs.

O Cristianismo tornou-se igreja oficial do Império romano, a partir do ano 391, fase que propiciou um maior desenvolvimento da pintura e arquitetura cristã. A oficialização ocorreu durante as ações do Imperador Teodósio.

A arte cristã viria a receber maior impulso durante o Concílio Vaticano II, no objetivo de proporcionar ao culto dignidade e beleza. A arte cristã, em cada época, absorveu um pouco de cada estilo de arte criado e desenvolvido por diversas escolas, tornando-se numa grande memória viva monumental da história das artes.

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Segue vídeo sobre o tema, pinçado do canal de Fabio Aquino, no Youtube. Não há informações sobre o dono do canal, mas o video está bem resumido e vale o click.


Abraço!

Fabio Vicente

Aula #015: Arte Antiga - Idade Média

É um período vasto, mas com características semelhantes - a simplificação e a deformidade das figuras, o controle religioso - mas cada época com suas peculiaridades. Além dos textos de apoio, tenho procurado colocar um resumo em cada postagem, pra ajudá-lo a nortear seus resumos, juntando com as anotações de aula. Desta vez optei por buscar resumos sucintos em dois sites, o Infoescola e o blog Essas e outras, pois os textos se concentraram no que é essencial em cada período.

Pra facilitar seus estudos cada fase - Arte Paleocristã, Arte Bizantina, Arte Românica e Arte Gótica - será separada em uma postagem diferente.

O texto completo sobre idade média com as atividades pode ser baixado no link "2013_texto_ativ_09_hist_art_3EM.pdf".
A apresentação em slides com características gerais de cada período pode ser baixada no link "016_id_media.ppt"

Segue vídeo sobre o tema, pinçado do canal do Professor Fúlvio Pacheco, que vocês já conhecem de postagens anteriores.



Abraço!

Fabio Vicente

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Aula #014: Arte Antiga - Arte Clássica - Roma

- Senso de realismo e utilitarismo - por toda parte em que estiveram, estabeleceram colônias e construíram casas, templos, termas, aquedutos, mercados e edifícios governamentais.
- Herança - Etruscos e Gregos. Da arte etrusca, popular e voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza. Da influência etrusca os romanos herdaram o arco e a abóbada (amplos espaços internos, com menos colunas e mais de um pavimento). Da Grécia, as estátuas decoraram os palácios dos grandes romanos. E criaram a concretagem com argamassa à base de pozzolana, que deu liberdade às formnas arquitetônicas e permitiu o surgimento do afresco - Pintura - e do mosaico - "colagem" - executados quando a argamassa ainda estava fresca.
- Princípios estéticos na arquitetura: • superposição de ordens: dórica no andar inferior, jônica no centro e coríntia no superior, formando a chamada ordem compósita; • busca do útil imediato; • grandeza material, realçando a idéia de força; • energia e sentimento de durabilidade; • predomínio do caráter sobre a beleza; • visão do colossal e do excessivo, inclusive na decoração.
- Principais construções: 1) Religião: templos; 2) Comércio e civismo: a basílica; 3) Higiene: as termas; 4) Divertimentos: o Circo (Arena) e o Teatro (Anfiteatro); 5) Monumentos decorativos: Arcos e colunas triunfais.
- Pintura - retratística e decoração parietal. Perspectiva convencional, imitação das cores por "trompe-l'oeil" e por motivos arquitetônicos ilógicos, meramente decorativos.
- Temática - cenas eróticas, cenas de magia e cenas semelhantes às do estilo francês do século XVIII.
- Escultura - Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas, por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos.

Para baixar a apresentação sobre arte na Roma Antiga, clicar em "014_roma".
Para baixar texto de apoio com questões sobre arte na Roma antiga, clicar em "2013_texto_ativ_08_hist_art_3EM".

Do material em video pinçado do Youtube temos um curta-metragem produzido por acadêmicos de Design Gráfico da Faculdade Atual da Amazônia com o objetivo de expor um resumo do que era a Arte da Roma Antiga e um documentário da página do Prof. Guiomar Lima, o qual não tenho mais nenhuma informação, mas o vídeos estão bem bacanas.

Arte Romana



Documentário Arte Romana



Abraço!

Fabio Vicente

Aula #013: Arte Antiga - Arte Clássica - Grécia

- Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo homem, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia.

- Enquanto os egípcios procuravam fazer uma figura realista de um homem, o escultor grego acreditava que uma estátua que representasse um homem não deveria ser apenas semelhante a um homem, mas também um objeto belo em si mesmo.

- Kouros - figuras masculinas nuas, eretas, em rigorosa posição frontal e como peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas.

- Evolução - Períodos Arcaico, Clássico e Helenístico. O artista demonstra interesse por um naturalismo aliado à busca da perfeição geométrica - elaboração de cânones de construção anatômica baseados na cabeça como medida padrão, usados durante toda a arte clássica, renascentista e acadêmica.

- Esculturas - bronze substitui em parte o mármore - material mais resistente permitia ao artista criar figuras que expressassem melhor o movimento.

- Pintura - apareceu como elemento de decoração da arquitetura e encontrou também uma forma de realização na arte da cerâmica, a pintura vascular.

- Caracteres da arquitetura grega: Ex. Parthenon
• o predomínio da horizontal sobre a vertical;
• planta retangular;
• colunatas rodeando os edifícios;
• frontão triangular.

- A arquitetura grega possuía três ordens arquitetônicas: Dórica (colunas mais grossas de capitel de base lisa), Jônica (colunas mais delgadas com ornamentação de uma grande espiral, a Voluta) e a Coríntia (colunas mais ornamentadas em seu capitel) mais luxuosa e decorativa.

- Principais monumentos da arquitetura grega: Templos, Teatros, Ginásios e Pórticos.

- Música e Teatro - Parte essencial da educação, a música dos gregos era monódica, isto é, de uma só voz. Por ocasião dos banquetes, o canto e a dança eram o principal divertimento. Quase toda cidade grega possuía o seu teatro. Comparecer ao teatro, principalmente nos feriados religiosos, era dever do cidadão. Nesses feriados celebravam-se os feitos dos deuses com a dança e cantos em sua honra. Esses cantos eram chamados ditirambos - Como Dionísio era simbolizado pelo bode (trágos, em grego) os ditirambos eram chamados de tragédias.

Para baixar a apresentação sobre arte na Grécia Antiga, clicar em "013_grecia".
Para baixar texto de apoio com questões sobre arte na Grécia antiga, clicar em "2013_texto_ativ_07_hist_art_3EM".

Seguem vídeos sobre o tema. Pincei videos do Professor Fúlvio Pacheco e da Professora Eliane Gomes, que vocês já conhecem de postagens anteriores.

Arte Grega - Profº Fulvio Pacheco



História da Arte - Arte Grega



Fabio Vicente

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Aula #012: Arte Antiga - Arte Egípcia

- Uma das principais civilizações da Antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era uma civilização já bastante complexa em sua organização social e riquíssima em suas realizações culturais.
- A religião invadiu toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua organização social e política, determinando o papel de cada classe social e, conseqüentemente, orientando toda a produção artística desse povo.
- Além de crer em deuses que poderiam interferir na história humana, os egípcios acreditavam também numa vida após a morte e achavam que essa vida era mais importante do que a que viviam no presente.
- O fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para o qual se erguiam templos funerários e túmulos grandiosos.

- A arte representa, exalta e homenageia constantemente o faraó e as diversas divindades da mitologia egípcia, sendo aplicada principalmente a peças ou espaços relacionados com o culto dos mortos, isto porque a transição da vida à morte é vista, antecipada e preparada como um momento de passagem da vida terrena à vida após a morte, à vida eterna e suprema.

- Como a verdadeira vida só se obtinha depois da morte, três aspectos se devem considerar:
• a mumificação do corpo, para evitar sua destruição;
• o duplo, uma espécie de exemplar idêntico, que transmigrava, na busca da perfeição;
• a alma que animava o duplo e era dele a parte mais sutil. Assim, a imagem de tudo que pertencia ao duplo também tinha duplos. Por isso, tudo era representado nos túmulos por meio da pintura e do baixo-relevo.

- Os principais temas das gravuras egípcias eram as ações dos deuses, a vida de reis e rainhas, autoridades, vida após a morte, religião e cotidiano.
Nas gravuras tumulares, por exemplo, os temas eram sempre a história do morto e a passagem para o mundo dos mortos. Nos templos, os temas eram sempre as ações dos deuses e a divindade do rei, o faraó.

Suas características gerais são:

- ausência de três dimensões;
- ignorância da profundidade;
- colorido a tinta lisa, sem claro-escuro e sem indicação do relevo; e
- Lei da Frontalidade que determinava que o tronco da pessoa fosse representado sempre de frente, enquanto sua cabeça, suas pernas e seus pés eram vistos de perfil.
- Horror vacui: O medo de espaços vazios. Arte cheia de figuras.
- Escala hierárquica: Arte mostrando figuras mais importantes maiores do que menos importantes figuras.
- Hieróglifos: escrita Egípcia - composta de pictogramas.

- Na arquitetura, estas características gerais se traduzem nos seguintes princípios:
• solidez e durabilidade;
• sentimento de eternidade;
• aspecto misterioso e impenetrável;
• dominantes horizontais (predomínio da largura sobre o comprimento);
• predominância dos cheios sobre os vãos;
• predomínio da aparência sobre a realidade.

- Os monumentos mais expressivos da arte egípcia são os túmulos e os templos. Os túmulos são divididos em três categorias:
• pirâmide - túmulo real, destinado ao faraó;
• mastaba - túmulo para o nobre;
• hipogeu - túmulo destinado à gente do povo

Para baixar a apresentação sobre arte no Egito, clicar em "012_egito".
Para baixar a apresentação sobre arquitetura no Egito, clicar em "012_egito_arquitetura".
Para baixar texto de apoio com questões sobre arte no egito antigo, clicar em "2013_texto_ativ_06_hist_art_3EM".

Pincei dois vídeos sobre egito no Youtube pra fechar o estudo de Egito Antigo, um do Professor Fúlvio Pacheco e outro do canal Arte/educação, que vocês já conhecem de postagens anteriores.

Arte no Egito - Fúlvio Pacheco



Arte do Egito Antigo

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Abraço!

Fabio Vicente

Aula #011 - Arte Antiga: Arte Mesopotâmica


Lembrar que a Arte Mesopotâmica não é um tema que cai com frequência em vestibulares, mas é fundamental pra fazer a ponte entre pré-historia e Egito.
A arte da Mesopotâmia desenvolveu-se ao longo de muitos séculos e de diferentes civilizações, não sendo, portanto, muito coesa em suas manifestações. A arquitetura, mais desenvolvida das artes, não era porém tão  notável quanto a egípcia. Caracterizou-se pelo exibicionismo e pelo luxo. 
Construíram templos e palácios, que eram considerados cópias dos existentes nos céus, de tijolos, por ser escassa a pedra na região. O zigurate, torre de vários andares com função de templo, foi a construção característica das cidades-estados sumerianas. Nas construções, empregavam argila, ladrilhos e tijolos.
Assim como os egípcios, desenvolveram seu sistema de irrigação o que permitiu vida próspera, baseada na agricultura em grande escala.
Dominavam a metalurgia, construiram ferramentas, importantes como o arado; criaram armas, promoveram guerras; desenvolveram o uso da roda como meio de transporte; prosperaram devido as trocas comerciais e culturais.
Inventaram a escrita cuneiforme e com ela registraram e codificaram suas leis (código de Hamurabi - "Olho por olho, dente por dente"), desenvolveram a literatura épica - com Gilgamesh -, a literatura histórica - boletim de guerra assírio -, e criaram seu sistema matemático, com “base-sessenta”.

Para baixar a apresentação sobre mesopotâmia usada em aula, clique em: "011_mesopotamia".
Para baixar texto com atividades sobre arte na Pré-história e na Mesopotâmia, clique em "2013_texto_ativ_05_hist_art_3EM". É o mesmo texto da aula anterior.

Pincei no Youtube mais um vídeo, pra complementar o estudo, no canal Arte/educação:



E este outro, sobre os famosos jardins suspensos, vídeo para a disciplina de Paisagismo II, do curso de Arquitetura e Urbanismo da FURB/Blumenau-SC.



Abraço!

Fabio Vicente